Revista Latinoamericana de Estudios sobre Cuerpos, Emociones y Sociedad, No 17 (2015)

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Diagnóstico de Doença e Narrativa: Um Estudo Etnográfico com Transplantados Hepáticos

José Miguel Rasia, Claire Terezinha Lazzaretti

Resumen


O presente artigo é resultado de uma pesquisa etnográfica com doentes hepáticos graves crônicos e transplantados
do Serviço de Transplante Hepático do HC-UFPR. A pesquisa foi realizada com o emprego do método etnográfico, tendo
como base a hipótese de que o diagnóstico de doença grave e crônica quando anunciado pela equipe médica representa
um evento traumático para o doente. A presença do trauma produz uma ruptura na temporalidade biográfica do indivíduo. Passado e presente se desconectam e o futuro desaparece como projeto, dando seu lugar para a iminência da
morte. A construção de uma narrativa sobre a experiência vivida aparece como estratégia possível para resolver a ausência de significado da experiência. Sua construção passa por vicissitudes inscritas na dificuldade que o indivíduo possui de objetivar o evento traumático. A presença da doença enquanto conjunto de sintomas que afetam a imagem
corporal e a identidade do doente, não se resolve somente com o transplante, o que por sua vez também exige significação. Os elementos teóricos aqui considerados para a análise dos dados são fornecidos por Strauss (1999), Goffman
(1988 e 2008), Schutz (1970 e 2003), Kleinman (1988), Rabelo ( 1999), LeBreton (2006) e Sarti (2010).



Palabras clave: Doença; Narrativa; Biografia; Temporalidade.


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Esta Revista es una iniciativa de la "Red Latinoamericana de Estudios Sociales sobre las Emociones y los Cuerpos", el "Programa de Acción Colectiva y Conflicto Social” del CIECS (CONICET y UNC) y el “Grupo de Estudios sobre Sociología de las Emociones y los Cuerpos” del IIGG-UBA.

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